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    18 meses após morte de George Floyd, Minneapolis vota reforma policial

    Na próxima terça-feira (2) eleitores da cidade de Minneapolis, no estado americano de Minnesota, votam sobre reforma do departamento de polícia

    Painel homenageia George Floyd em Minneapolis, no estado americano de Minnesota
    Painel homenageia George Floyd em Minneapolis, no estado americano de Minnesota Foto: Nicholas Pfosi/Reuters (4.jun.2020)

    Da CNN*

    Na próxima terça-feira (2), os eleitores de Minneapolis, cidade do estado americano de Minneapolis, votarão plebiscito sobre substituição do departamento de polícia por um novo departamento de segurança pública.

    Este será o primeiro grande teste eleitoral dos esforços de reforma desencadeados pela morte de George Floyd, em maio de 2020.

    O chefe da polícia de Minneapolis, Medaria Arradondo, se opõe à medida. O prefeito Jacob Frey, que busca a reeleição na terça-feira, também é contra. Nenhum dos dois respondeu aos pedidos de comentários feitos pela agência Reuters.

    Eleitores se dizem confusos – em grande parte porque os detalhes do novo departamento de segurança pública só seriam discutidos pelo prefeito e pela Câmara Municipal nos meses após a votação.

    Os opositores dizem que a medida “acabaria com o financiamento da polícia”. Eles dizem que Minneapolis, com uma população de cerca de 430 mil pessoas, precisa de mais policiais, e não menos, enquanto enfrenta uma onda de crimes.

    Os apoiadores da medida insistem que os policiais permanecerão em seus empregos, embora talvez em números menores. Eles dizem que a mudança significaria abordar a segurança de uma maneira holística, incluindo as causas básicas do crime antes que ele aconteça.

    Se aprovado, o departamento de segurança pública criaria uma agência maior que incluiria policiais, bem como profissionais de saúde mental, especialistas em habitação e dependência, e pessoas treinadas para diminuir o conflito na atuação de ocorrências do 911 – a linha de emergência policial –, de forma que nem sempre um agente armado seria necessário.

    O novo departamento responderia não apenas ao prefeito, mas também aos 13 vereadores da cidade, o que, segundo os apoiadores, daria aos moradores mais influência na forma como o policiamento é realizado.

    * Com informações de Brad Brooks, da Reuters

    (Publicado por Kaluan Bernardo)