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    EUA batem novo recorde diário, com quase 2.600 mortes por COVID-19 em 24h

    Apesar da evolução da doença, Trump declarou que pretende se reunir com governadores para discutir a reabertura dos estados americanos

    Paramédicos levam paciente ao centro de emergência durante surto de Covid-19 no Brooklyn, em Nova York.
    Paramédicos levam paciente ao centro de emergência durante surto de Covid-19 no Brooklyn, em Nova York. Foto: REUTERS / Brendan Mcdermid

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    Os Estados Unidos registraram um novo recorde de mortes diárias por conta do novo coronavírus (COVID-19). Nas 24 horas entre as 20h30 (horário local) de terça-feira e o mesmo horário na quarta, o país registrou 2.569 óbitos pela doença, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. 

    Com o novo pico, as mortes por COVID-19 no país chegam a 28.325. Os EUA são a nação com mais mortes e também lideram no número de casos (637.359). 

    Apesar da evolução da doença, o presidente Donald Trump declarou, nesta quarta, que pretende se reunir com governadores para discutir a reabertura dos estados americanos. Em entrevista coletiva, Trump disse que será um grande dia e que alguns estados poderão reabrir antes do prazo determinado de 1º de maio.

    Também nesta quarta, o presidente ameaçou na quarta-feira forçar o Congresso dos EUA a uma suspensão formal caso os parlamentares não retornarem ao Capitólio, apesar da pandemia de coronavírus, dizendo estar frustrado que eles não estejam em Washington para confirmar seus indicados a juízes e outras posições do governo.

    “A prática atual de deixar a cidade, enquanto são conduzidas falsas sessões pro forma, é um abandono do dever que o povo americano não pode arcar durante essa crise”, disse Trump, demonstrando irritação, em uma entrevista coletiva na Casa Branca.

    Nenhum presidente dos EUA jamais usou a autoridade, incluída na Constituição, de suspender as duas Casas do Congresso, no caso de não conseguirem chegar a um acordo sobre a data de suspensão.

     

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