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    Covid-19: BH começa a aplicar dose de reforço em idosos e imunocomprometidos

    Orientação é do Ministério da Saúde e tem como objetivo manter o controle de novas variantes da doença

    Prefeitura de BH começará nova etapa de vacinação contra covid-19
    Prefeitura de BH começará nova etapa de vacinação contra covid-19 Fábio Silva/PMC

    Thais Magalhãesda CNN

    São Paulo

    A Prefeitura de Belo Horizonte começa nessa segunda-feira (11) a aplicação do reforço da vacina bivalente contra a Covid-19 para idosos a partir dos 60 anos e imunocomprometidos com 12 anos ou mais. A orientação foi feita pelo Ministério da Saúde após a identificação de duas novas sublinhagens de uma variante da Covid-19 no Brasil.

    Na capital mineira, a vacinação acontece nos 152 centros de saúde para ampliar o acesso do público ao imunizante. Os horários de funcionamento e endereços podem ser verificados no site da prefeitura.

    Segundo informou a prefeitura, para receber a vacina, é importante que a pessoa não tenha tido covid-19 com início de sintomas nos últimos 30 dias. Também é necessário apresentar documento de identificação com foto e o cartão de vacinação para que seja feita uma avaliação da situação vacinal, antes da aplicação das doses.

    “O imunizante é seguro e indispensável para reduzir as internações e os óbitos. Os estoques estão abastecidos para que a população possa reforçar a proteção contra a doença”, explica o subsecretário de Promoção e Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos.

    Variantes

    O Ministério da Saúde informou na última quarta-feira (6) a identificação de duas novas sublinhagens de uma variante da Covid-19 no Brasil a JN.1 e a JN.3.

    Segundo a pasta, a JN.1, inicialmente detectada em exames realizados no Ceará, vem ganhando proporção global, correspondendo a 3.2% das detecções no mundo.

    Já a sublinhagem JN.3, também verificada recentemente no estado nordestino, vem sendo monitorada pelo ministério nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás nos últimos meses.

    As subvariantes já foram encontradas em 47 países, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    O Ministério da saúde reiterou que a vacinação é a principal forma de proteção e as doses disponíveis atualmente no Sistema Único de Saúde (SUS) são eficazes contra as variantes.

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