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    Enchentes no RS: auxílio financeiro é a maior necessidade para 55% dos atingidos, diz Atlas/CNN

    Mais de 21% dos entrevistados disseram que, neste momento, o que mais precisam é de uma moradia; estado tem cerca de 581 mil desalojados

    Da CNN

    Pesquisa AtlasIntel/CNN divulgada nesta quinta-feira (23) revela que 55% das pessoas que foram afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul consideram que, neste momento, o que mais necessitam é de auxílio financeiro.

    A pergunta feita aos entrevistados foi: “Neste momento, quais são as maiores necessidades para você e sua família?”. Cada participante podia enumerar três itens.

    Depois do auxílio financeiro, 24,3% das pessoas ouvidas disseram que o que mais necessitam neste momento são colchões, roupas de cama e cobertores.

    Para 21,1%, a maior necessidade é moradia. O número vai ao encontro da grande quantidade de pessoas que ficaram desalojadas após a maior tragédia climática da história do estado. Segundo balanço divulgado pela Defesa Civil na manhã desta quinta, 581.643 indivíduos tiveram de deixar suas casas por causa das chuvas, sendo que 65.762 foram para abrigos. O total de mortes confirmadas chegou a 163.

    Em seguida, os participantes elencaram os seguintes itens como mais necessários no momento: água potável (18,7%), alimentação adequada (18,6%), roupas e calçados (16,8%) e produtos de higiene pessoal (12,3%).

    Em relação a questões relacionadas à saúde física e mental, 8,6% disseram que o que mais precisam é de auxílio psicoterapêutico, enquanto 6,2% responderam que necessitam de medicamentos em geral ou de uso contínuo e 2,9% mencionaram que a necessidade neste momento é de acesso a tratamentos médicos contínuos, como quimioterapia, hemodiálise e fisioterapia).

    Ainda segundo a pesquisa, 10,1% dos entrevistados disseram não ter nenhuma necessidade específica relacionada às enchentes, e 7,7% selecionaram a opção “outros”.

    A pesquisa AtlasIntel/CNN foi feita entre os dias 14 e 21 de maio. Ao todo, 3.920 moradores do Rio Grande do Sul foram entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.