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    Farmácia é interditada por vender suplementos falsificados no Rio

    Produtos apreendidos prometiam curar cegueira, catarata e surdez; uma pessoa foi presa

    Suplementos falsificados estavam em farmácia em Duque de Caxias
    Suplementos falsificados estavam em farmácia em Duque de Caxias Divulgação/Polícia Civil

    Cleber Rodriguesda CNN

    No Rio de Janeiro

    A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação nesta terça-feira (20) contra uma associação criminosa especializada na produção e venda de suplementos falsificados. Uma farmácia foi interditada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

    De acordo com a investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), entre os produtos falsificados estão suplementos que prometem curar cegueira, catarata e surdez.

    “As investigações iniciaram-se através da denúncia de uma plataforma de venda de produtos online, que relatou estar recebendo reclamações de consumidores acerca da venda de suplementos falsificados”, explica a Polícia Civil.

    Os policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Duque de Caxias, Cabo Frio e São Pedro da Aldeia.

    Durante as buscas, os agentes encontraram um galpão com toneladas de produtos ostentando marcas famosas. Na ação foram apreendidos maquinários, embalagens, rótulos e outros insumos para a produção dos suplementos falsos.

    Um suspeito de integrar a associação criminosa foi preso em flagrante.

    A investigação apontou ainda que com os lucros obtidos ilegalmente, os suspeitos abriram uma farmácia em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a polícia, o estabelecimento era utilizado para comercializar os produtos falsificados. O local foi fechado durante a operação.

    O dinheiro obtido com a venda dos produtos também era usado, de acordo com as investigações, para ostentar uma vida de luxo, com viagens e compras de carros e imóveis de alto padrão.

    Os investigados vão responder por associação criminosa e por crimes contra a saúde pública e contra o consumidor.