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    Governo do Rio não descarta expulsão de policiais que faziam escolta de chefe da milícia

    Taillon de Alcântara Pereira Barbosa e seu pai, Dalmir Barbosa, foram presos e serão investigados

    Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL)
    Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL) Reprodução CNN

    Elijonas Maiada CNN

    em Brasília

    O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), determinou ao secretário de Polícia Militar do estado, coronel Luiz Henrique Marinho Pires, que os policiais que faziam a escolta do miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa e de seu pai, Dalmir Barbosa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, sejam investigados.

    Os dois líderes da milícia apontados pela Polícia Federal (PF) foram presos na tarde desta terça-feira (31) na Barra da Tijuca e estavam com segurança pessoal feita por dois policiais militares da ativa, que foram presos em flagrante.

    Segundo o governo do Rio, caso sejam comprovados os crimes dos PMs, “serão responsabilizados com total rigor, incluindo a possível expulsão da corporação”.

    À CNN, o governador Cláudio Castro destaca com rigor que “o caso deve servir como exemplo para outros policiais que se envolvam com o crime organizado”.

    As investigações do caso, que tem ainda um sargento do Exército preso, seguem na 2° Delegacia de Polícia Judiciária Militar (2° DPJM), ligada à Corregedoria da Corporação.

    A prisão dos dois PMs foi durante operação contra Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, que ganhou notoriedade por ser o verdadeiro alvo dos traficantes que executaram por engano três médicos em um quiosque da zona norte da capital fluminense no início de outubro. Um dos médicos mortos era irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (Psol-SP).

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