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    MP do RJ denuncia integrantes do Comando Vermelho por morte de lutador de MMA

    Lutador de artes marciais foi morto ao tentar recuperar moto furtada na própria casa

    Catarina Nestlehnerda CNN*

    São Paulo

    O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou à Justiça oito integrantes da organização criminosa do Comando Vermelho pelo crime de homicídio doloso do lutador e professor de artes marciais Diego Braga Alves.

    O lutador de MMA foi assassinado no Morro do Banco, Itanhangá, na Barra da Tijuca (RJ), no dia 15 de janeiro de 2024, quando tentava recuperar sua moto, furtada na véspera do crime. A Promotoria da 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada da Capital requereu a prisão preventiva dos denunciados por homicídio doloso qualificado.

    Segundo a denúncia, o crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que os denunciados suspeitaram que a vítima seria integrante da milícia, grupo criminoso rival ao Comando Vermelho.

    A promotoria afirmou que o crime foi cometido “por meio cruel, já que o professor foi executado com disparos de arma de fogo, submetido a uma espécie de ‘tribunal do tráfico’, cercado por criminosos armados”.

    Além disso, Diego Braga Alves foi seguidamente questionado durante vinte minutos pelos réus e chamado de miliciano por traficantes. Ele foi recebido com uma coronhada de fuzil em sua cabeça.

    O crime também foi qualificado pela dificuldade de defesa da vítima, já que estava desarmado e se encontrava em desvantagem numérica em relação aos criminosos. Ainda, as armas de fogo utilizadas durante o crime eram de uso restrito.

    Segundo o MPRJ, a pena máxima para homicídio qualificado é de 30 anos.

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