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    No Rio, deputados aprovam projeto para colocar PMs em escolas públicas

    Proposta também prevê a instalação de detectores de metais e câmeras de monitoramento nos colégios; texto vai à sanção do governador

    Escola municipal no Rio de Janeiro
    Escola municipal no Rio de Janeiro Divulgação/Prefeitura do Rio

    Letícia Cassianoda CNN*

    Em São Paulo

    A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta quarta-feira (22) a proposta do presidente da Comissão de Educação, Alan Lopes (PL), para promover reformas no sistema educacional do estado. Entre outros itens, a medida prevê a presença de policiais militares em escolas públicas no estado.

    Intitulado Programa Escola Segura, o projeto propõe uma série de ações e mudanças na rede pública de ensino estadual, como a instalação de detectores de metais e câmeras de monitoramento, além da presença de agentes de segurança inativos da reserva ou aposentados há no mínimo dois anos, por meio de chamamento público. Psicólogos e assistentes sociais também foram incluídos no projeto.

    Agora, cabe ao governador Cláudio Castro, também do PL, decidir se irá sancionar ou não o projeto.

    Segundo Assembleia Legislativa, o objetivo do programa é “assegurar atividades de policiamento ostensivo nas imediações das unidades da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro, vigilância interna, atividades educacionais visando a prevenção às drogas, ao incentivo à prática esportiva e ao treinamento contra desastres da natureza”.

    Também são citados objetivos como “transmissão aos alunos de valores éticos e morais” e “integração entre o corpo pedagógico das escolas e os policiais, com foco na mediação de conflitos e medidas preventivas de segurança para alunos, pais, professores e comunidade”.

    O programa, composto com apoio dos deputados federais General Pazuello e Alexandre Ramagem, ambos do PL, e com coautoria de Rodrigo Amorim (União), Márcio Gualberto, Índia Armelau, Filippe Poubel, todos do PL, Carlinhos BNH (PP) e Marcelo Dino (União), terá suas despesas tiradas do Fundo Estadual de Investimentos e Ações de Segurança Pública e Desenvolvimento Social (Fised).

    * Sob supervisão