PEC que altera o CNMP, privatização da Petrobras e mais da noite de 14 de outubro

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Da CNN

Em São Paulo

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A decisão do STF de considerar inconstitucional a lei que liberou remédios contra a obesidade, o agendamento da votação da PEC que altera a composição do Conselho Nacional do Ministério Público, a análise de contratos suspeitos envolvendo hospitais federais no Rio de Janeiro pela CPI da Pandemia e a declaração do presidente Jair Bolsonaro sobre privatizar a Petrobras são alguns dos destaques da noite desta quinta-feira, 14 de agosto.

Remédios contra obesidade

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que é inconstitucional a lei que liberou remédios contra obesidade. Ficam proibidas, então, a produção, a comercialização e o consumo de quatro remédios para emagrecer. Para os ministros, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é quem deve decidir sobre o assunto.

PEC do CNMP

A Câmara dos Deputados anunciou a votação da PEC que altera a composição do Conselho Nacional do Ministério Público para terça-feira (19). Promotores e procuradores têm criticado a proposta. Eles dizem que há pontos no projeto que enfraquecem a instituição. O presidente da Câmara, Arthur Lira, rebateu as críticas e disse que as instituições não cumpriram acordo para aprovação da matéria.

CPI da Pandemia

O núcleo da CPI da Pandemia que investiga hospitais federais no Rio de Janeiro aponta que os contratos suspeitos envolvendo essas instituições somam R$ 125 milhões. Os senadores analisaram acordos comerciais com 37 empresas com hospitais federais e a superintendência do Ministério da Saúde do Rio de Janeiro.

Privatização da Petrobras

Motivado pelo alto preço dos combustíveis e seu efeito na inflação, o presidente Jair Bolsonaro falou que tem vontade de privatizar a Petrobras. A declaração foi dada durante uma entrevista à rádio pernambucana “Novas de Paz”. Bolsonaro disse que vai consultar a equipe econômica sobre a possibilidade.

Protestos em Beirute

Ao menos seis pessoas morreram e 30 ficaram feridas durante protestos em Beirute, no Líbano, contra o juiz do caso da explosão no porto, no ano passado. Nove pessoas foram presas. O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu o fim da violência na capital.

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(Publicado por Daniel Fernandes)

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