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    Alckmin nomeia coordenadores técnicos de transição; Tebet, Lara Resende e Persio Arida estão entre os integrantes

    Guido Mantega ainda não tem cargo definido, mas deve participar da transição

    Marcello Sapioda CNN

    O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), revelou, em coletiva nesta terça-feira (8) os nomes que estarão na equipe de transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O destaque é para a área econômica, no qual estarão os economistas André Lara Resende, Guilherme Mello, Nelson Barbosa e Pérsio Arida.

    Outros nomes conhecidos, como Gleisi Hoffmann, Aloisio Mercadante, Simone Tebet também integram a equipe. O ex-ministro da Fazendo Guido Mantega ainda não tem cargo e grupo definido, mas deverá integrar a equipe de transição, segundo Alckmin.

    Aloizio Mercadante será o coordenador dos grupos técnicos; a coordenação executiva é de Floriano Pesaro; Gleisi assume a coordenação de articulação política; e Janja da Silva, a organização de posse.

    O conselho de transição governamental também será composto por um representante de cada partido, ao todo são 12, como antecipou a analista CNN Thais Arbex. Esse grupo ainda pode contar, posteriormente, com o MDB, que recebeu o convite nesta terça, mas ainda não respondeu.

    Fazem parte do conselho: Antônio Brito (PSD), Carlos Siqueira (PSB), Daniel Tourinho (AGIR), Felipe Espirito Santo (PROS), Gleisi Hoffmann (PT), Guilherme Ítalo (Avante), Jefferson Coriteac (Solidariedade), José Luiz Penna (PV), Juliano Medeiros (PSOL), Luciana Santos (PCdoB), Wesley Diógenes (Rede) e Wolney Queiroz (PDT).

    Simone Tebet (MDB), que concorreu à Presidência e foi peça importante ao longo da campanha de segundo turno, integra a área de desenvolvimento social, como confirmou Alckmin mais cedo.

    Ao todo, são 31 grupos técnicos a serem preenchidos com até quatro integrantes na coordenação, entre eles os grupos de mulheres, povos originários — uma promessa de campanha de Lula — e igualdade racial.

    O vice-presidente eleito ressaltou, porém, que as indicações não representam, necessariamente, que os escolhidos integrarão algum Ministério.

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