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    Alessandro Vieira aciona CNJ para apurar suposta irregularidade no pagamento de precatórios

    Ação foi motivada após declaração de Ciro Gomes (PDT) em entrevista à CNN

    Viera avalia que as instituições financeiras que “supostamente compraram créditos do governo contidos nos precários teriam sido beneficiadas com o pagamento antecipado"
    Viera avalia que as instituições financeiras que “supostamente compraram créditos do governo contidos nos precários teriam sido beneficiadas com o pagamento antecipado" Waldemir Barreto/Agência Senado

    Carol Rositoda CNN

    Brasília

    O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) pedirá informações ao presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luís Roberto Barroso, sobre suposta irregularidade no pagamento de precatórios pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Em entrevista à CNN no sábado (2), o ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse que o governo federal liberou R$ 92,4 bilhões no orçamento para negociar a venda de precatórios a instituições financeiras.

    Segundo Ciro, o estoque foi vendido para dois bancos “com deságio de até 50%”. Na entrevista, Ciro não apresentou provas sobre a suspeita.

    Em novembro de 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a abertura de crédito extraordinário para a União regularizar o pagamento dos precatórios de dois anos anteriores.

    Diante da denúncia, Viera avalia que as instituições financeiras que “supostamente compraram créditos do governo contidos nos precários teriam sido beneficiadas com o pagamento antecipado”.

    No ofício obtido pela CNN, o senador pede acesso aos dados do CNJ para saber quais os bancos estavam habilitados após a decisão do STF no ano passado.

    Segundo o senador “é preciso aguardar a reposta do CNJ para saber se existe algum indício de fato ilícito, para depois definir as providências cabíveis”.