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    Eleições 2022

    Bolsonaro pode ter novo encontro com Lula em posse de Rosa Weber

    Ministra toma posse no dia 12 de setembro, às 17h, como presidente do Supremo Tribunal Federal

    Lula (PT) e Bolsonaro (PL) durante debate presidencial na Band
    Lula (PT) e Bolsonaro (PL) durante debate presidencial na Band Divulgação Band

    Gabriela Coelhoda CNN

    em Brasília

    A ministra Rosa Weber toma posse na próxima segunda-feira (12), às 17h, como presidente do Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro podem se encontrar novamente, uma vez que foram convidados.

    Em agosto, na cerimônia de posse do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) houve o primeiro encontro de Lula e Bolsonaro.

    Os dois estiveram cara a cara durante a cerimônia, mas não se cumprimentaram e se evitaram durante todo o tempo. O atual presidente ocupou a tribuna de honra, enquanto o petista ficou na plateia, ao lado dos também ex-presidentes Michel Temer, Dilma Rousseff e José Sarney.

    De acordo com o STF, há 1300 convidados, e somente 350 estarão no plenário. Os demais em salões próximos ou pela internet. Entre os convidados: chefes de poder, presidentes dos tribunais superiores e integrantes, todos os candidatos à Presidência e parlamentares.

    Diferentemente de outros anos, não há previsão de coquetel ou festa, como costumava acontecer antes da pandemia da covid-19.
    Na cerimônia, o hino nacional será tocado por uma banda militar e a previsão é de duração de uma hora e meia e depois fila de cumprimentos no Salão Branco.

    Weber será a terceira mulher a presidir a Corte, depois de Ellen Gracie, a quem substituiu no tribunal, e de Cármen Lúcia. As eleições no Supremo são protocolares. Na prática, o STF adota para a sucessão de seus presidentes um sistema de rodízio baseado no critério de antiguidade. É eleito o ministro mais antigo que ainda não presidiu o STF.

    A expectativa entre alguns ministros ouvidos pela CNN, em caráter reservado, é de que a gestão de Rosa Weber consiga tirar a Corte do centro das atenções e dos conflitos com outras instituições.