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    CPMI do 8/1 oferece delação premiada para ex-assessor de Bolsonaro

    Militar fez parte da Ajudância de Ordens durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL)

    Luis Marcos dos Reis, sargento do Exército, durante depoimento à CPMI do 8 de janeiro
    Luis Marcos dos Reis, sargento do Exército, durante depoimento à CPMI do 8 de janeiro Agência Senado

    Gustavo Uribe

    A CPMI do 8 de janeiro se colocou à disposição do sargento Luis Marcos dos Reis para a realização de uma delação premiada.

    O militar fez parte da Ajudância de Ordens durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL) e foi preso no âmbito do escândalo do esquema de falsificação de cartões de vacinação.

    Em agosto, ele prestou depoimento para a CPMI e negou irregularidades. Luis Marcos dos Reis é investigado também no âmbito do episódio de vandalismo no início do ano, já que esteve presente na Esplanada dos Ministérios.

    Segundo apurou a CNN, os advogados do militar ainda não responderam à sugestão da delação.

    Crivelatti

    A cúpula da comissão de inquérito pretende repetir com o assessor de Jair Bolsonaro, Osmar Crivelatti, em depoimento marcado para esta terça-feira (19), a mesma linha adotada com Mauro Cid.

    A ideia é questioná-lo sobre a venda presentes no exterior, uma eventual participação do ex-presidente nos episódios e no contato que teve com Cid na prisão.

    Sobre uma delação premiada, a CPMI do 8 de janeiro avalia como difícil que Crivelatti aceite um acordo, já que ele não está preso e ainda faz parte do grupo de assessores a que Jair Bolsonaro tem direito como ex-presidente.

    A CPMI do 8 de janeiro ainda tenta um acordo, com os partidos de oposição, para a realização de uma acareação entre Bolsonaro e Cid.

    Existe, porém, uma forte resistência do comando da Câmara dos Deputados, por considerar que seria um constrangimento a um chefe do Poder Executivo.