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    Força-tarefa do caso Marielle deve ter novo titular até março

    MP passará a contar com colaboração da Polícia Federal para desvendar crime que completa cinco anos mês que vem

    Leandro Resendeda CNN

    Brasília

    Vazia desde janeiro deste ano, a força-tarefa do Ministério Público do Rio de Janeiro criada para esclarecer a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes deve ter um novo coordenador até março.

    O posto está vago desde que os antigos membros do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) renunciaram ao posto após o governador Cláudio Castro escolher Luciano Mattos como chefe do MP.

    À CNN nesta quinta-feira (16) e após conversar com o ministro da Justiça Flávio Dino, Mattos afirmou que a força-tarefa terá um novo promotor titular até o mês que vem, e que ele irá, pessoalmente, acompanhar mais de perto o rumo das apurações do crime ocorrido em março de 2018.

    Após o encontro com Dino, ficou acordado que a Polícia Federal irá participar das investigações do caso Marielle – o modo que isso será feito, no entanto, ainda depende de uma reunião com a superintendente da PF no Rio.

    Até agora, quase cinco anos depois e após diversas trocas no comando das investigações tanto na Polícia Civil como no MP, não se sabe quem mandou matar a vereadora Marielle Franco e porquê. Os ex-policiais Ronnie Lessa e Elcio Queiroz estão presos desde 2019 por terem efetuado os disparos que tiraram a vida dos dois. Eles aguardam marcação de julgamento.