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    Funcionários do BC criticam aumento a policiais e defendem reajuste a todos

    Congresso aprovou Orçamento de 2022 na terça-feira (21) com uma previsão de R$ 1,7 bilhão em recursos que devem ser destinados a aumento a forças de segurança

    Sede do Banco Central em Brasília
    Sede do Banco Central em Brasília 16/05/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino

    Juliana Eliasda CNN

    em São Paulo

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    Em resposta às alterações na versão final aprovada para o Orçamento de 2022, que reservou R$ 1,7 bilhão para aumentos para as forças de segurança federais, o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) divulgou um comunicado nesta quarta-feira (22) criticando a decisão e afirmando que um aumento deveria acontecer para todas as carreiras públicas.

    “O fato de os atuais reajustes serem concedidos apenas para os servidores da área de segurança traz uma complicadíssima distorção: os vencimentos iniciais dos policiais federal serão maiores que a remuneração do final de carreira dos servidores do BC”, diz a nota do Sinal.

    “Tal desajuste provocará não só um enorme alvoroço dentro do Banco Central (pessimização do clima e da cultura organizacionais) como também possibilitará um grande êxodo de servidores do BC para a PF quando da abertura dos concursos para policiais federais.”

    Outros grupos de servidores também se manifestaram contra o possível aumento.

    Mais cedo nesta quarta-feira, delegados e chefes de divisão da Receita Federal entregaram seus cargos em protesto aos cortes nos recursos previstos para o Ministério da Economia em 2022, dinheiro que poderá ser usado para viabilizar o reajuste aos policiais.

    De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores (Sindifisco), foram 324 pedidos de dispensa até agora. “Para dar reajuste a policiais, pegaram o orçamento do órgão que arrecada”, disse à CNN o presidente da entidade sindical, Kleber Cabral.

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