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    Para reduzir resistência, comissão discute meio-termo para voto impresso

    Como solução ao impasse, integrantes do colegiado propõem que seja adotado um percentual para a auditoria do voto impresso em caso de questionamentos

    Gustavo Uribeda CNN

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    Para diminuir a resistência à proposta do voto impresso auditável, a comissão especial da Câmara dos Deputados discute a adoção de um meio-termo para a facilitar a tramitação da iniciativa no Poder Legislativo.

    Na semana passada, integrantes da comissão especial propuseram que seja adotado um percentual para a auditoria do voto impresso, em caso de questionamento ao resultado das urnas eletrônicas.

    A ideia inicial era a realização de uma conferência de 100% dos votos impressos. Agora, integrantes da comissão especial defendem uma auditoria, por exemplo, de 10% ou 20% das urnas lacradas.

    O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição), Filipe Barros (PSL-PR), ainda defende a realização de uma auditoria de 100% dos votos impressos, mas reconhece a necessidade de distensionar o clima na comissão especial.

    “Se conseguirmos distensionar a proposta, é um caminho. Só não queremos mudar a essência da medida”, disse à CNN. “A proposta só será colocada em votação na comissão especial se houver certeza de apoio da maioria”, acrescentou.

    Para estabelecer um percentual de amostragem, integrantes da comissão especial avaliam a solicitação de pesquisa ou estudo a um órgão de estatística, como, por exemplo, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    A comissão especial se reúne nesta segunda-feira (5) para discutir o parecer do relator. Na última segunda-feira (28) Barros apresentou relatório favorável, mas um pedido de vista coletivo adiou a votação do relatório.

    Segundo o presidente da comissão especial, Paulo Martins (PSC-PR), há a possibilidade de que a votação aconteça na próxima quinta-feira (8), mas a avaliação dele é de que a proposta não deve passar no plenário da Câmara dos Deputados.

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