Cidade do Rio de Janeiro completa quatro dias sem aplicação de doses de reforço

Capital fluminense espera receber nova remessa nesta quarta-feira (20) para dar continuidade à vacinação contra a Covid-19

Na segunda-feira (18), o estado do Rio recebeu 304.200 doses da vacina Pfizer
Na segunda-feira (18), o estado do Rio recebeu 304.200 doses da vacina Pfizer Douglas Lopes/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Helena VieiraRayane Rochada CNN

no Rio de Janeiro

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Há quatro dias sem a aplicação das doses de reforço, a cidade do Rio de Janeiro aguarda o recebimento de nova remessa de vacinas da Pfizer para dar continuidade à vacinação complementar de idosos. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio informou à CNN que um novo envio é esperado para esta quarta-feira (20).

Na segunda-feira (18), o estado do Rio recebeu 304.200 doses da vacina Pfizer. A capital fluminense realizou a retirada do lote ainda na noite de terça-feira (19). De acordo com a pasta, todos os imunizantes da AstraZeneca recebidos são destinados à aplicação da segunda dose, prevista pelo calendário de imunização da prefeitura.

Já a Secretaria de Estado de Saúde (SES) afirmou que espera informações do Ministério da Saúde a respeito da entrega de novas doses da AstraZeneca. A SES comunicou ainda que não há doses de vacina em estoque, uma vez que os lotes são distribuídos aos municípios em um prazo de 24 a 48 horas após o recebimento.

As cidades de Niterói, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí e Volta Redonda fizeram a retirada de doses na terça-feira (19). Nesta quarta-feira, a Coordenação Geral de Abastecimento (CGA) da SES vai distribuir as vacinas para o restante dos municípios do estado.

Dados do LocalizaSUS, inseridos pelo Rio de Janeiro, mostram que o estado aplicou como primeira dose 220 mil vacinas destinadas à segunda dose.

O Ministério da Saúde afirmou que finalizou a entrega de 100% das segundas doses da AstraZeneca em todo o país. Nesta quarta-feira, foram entregues ao estado mais 220 mil doses do imunizante.

A pasta informou que as alterações feitas por estados e municípios acarretam na falta de doses para completar o esquema vacinal na população. Para evitar esse cenário, o ministério recomenda que os gestores de saúde sigam o Plano Nacional de Operacionalização (PNO).

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