Saúde prevê entrega de todas as vacinas para 1ª dose contra Covid até 10 de setembro

O cronograma atualizado será divulgado nesta quarta-feira (25) em uma entrevista coletiva em Brasília

Basília Rodrigues

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O Ministério da Saúde programa concluir no dia 10 de setembro a entrega de vacinas suficientes para a 1ª dose contra o novo coronavírus de toda população adulta no país. A previsão vem após a pasta confirmar que passará a administrar uma terceira dose contra a doença.

O cronograma atualizado será divulgado nesta quarta-feira (25) em uma entrevista coletiva em Brasília.

Para técnicos da Saúde, ouvidos pela CNN, a conclusão de entrega da 1ª dose representará um cenário mais razoável de abastecimento dos postos. Devido à falta de imunizantes, algumas capitais já chegaram a suspender temporariamente a vacinação.

A conclusão da primeira etapa da distribuição será potencializada pelo governo, enquanto ainda não houver a chegada de mais doses para completar os estoques das segunda e terceira doses.

 

 

Em agosto, o ministério prevê a distribuição de 80 milhões de doses. Em setembro, seriam outros 60 milhões de doses. Números ainda insuficientes para as outras doses da vacina.

Nessa terça, o ministro Marcelo Queiroga confirmou que o país vai incorporar a terceira dose de vacinas ao calendário da Covid-19 e garantiu que o ministério fará uma distribuição organizada.

Parte da percepção positiva tem a ver com a programação de chegada de doses da Janssen – imunizante da Johnson & Johnson –, o que deve ocorrer em outubro. O imunizante é de dose única e poderá dar mais ritmo para a cobertura vacinal.

De acordo com o ministro, a partir de 15 de setembro serão enviadas aos estados as doses de reforço aos imunossuprimidos – que tenham tomado a segunda dose há pelo menos 28 dias – e aos idosos com mais de 70 anos – que tenham tomado a segunda dose há pelo menos 6 meses. Estima-se que essa parcela da população corresponda a 5 milhões de doses.

Profissional de saúde prepara dose da vacina da AstraZeneca contra Covid-19
Profissional de saúde prepara dose da vacina da AstraZeneca contra Covid-19 / REUTERS

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