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    Chuva de meteoros Perseidas atingirá pico visível no Brasil; entenda o fenômeno

    Visível todos os anos na mesma época, as Perseidas são compostas por fragmentos do cometa Swift-Tuttle

    Chuvas de meteoros ocorrem quando uma concentração de fragmentos entram em contato com a atmosfera terrestre
    Chuvas de meteoros ocorrem quando uma concentração de fragmentos entram em contato com a atmosfera terrestre Foto: Divulgação/Organização Meteorológica Internacional (8.ago.2020)

    Nathallia Fonseca, da CNN, em São Paulo

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     A madrugada entre a quarta-feira (11) e quinta-feira (12) será a melhor oportunidade do ano para a observar a chuva de meteoros Perseidas, que ocorre desde o dia 26 de julho e é visível na maioria das regiões do Brasil, com exceção do Rio Grande do Sul. 

    Uma chuva de meteoros ocorre quando a Terra, em seu movimento de rotação, cruza uma região com grande concentração detritos de cometas, que deixam rastros em sua trajetória. A NASA destaca que os fragmentos não oferecem riscos ao planeta e que um encontro com o cometa em si está fora de cogitação.

     Visível todos os anos na mesma época, as Perseidas são compostas por fragmentos do cometa Swift-Tuttle. Ao atingir o contato com a atmosfera em alta velocidade, então, esses fragmentos entram em combustão, deixando um rastro luminoso que forma as “estrelas cadentes”. 

    É importante destacar ainda que meteoro é o nome dado aos corpos estranhos que entram em contato com atmosfera terrestre, causando o rastro luminoso no céu. A maioria desses corpos, porém, se desintegra muito antes de atingir o solo. 

    O nome Perseidas refere-se ao local onde o fenômeno ocorre, a constelação de Perseu. Para caracterizar o momento auge de observação, um dos aspectos mais importantes é a fase da lua, já que sua luminosidade pode ofuscar as “estrelas”.

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