África do Sul e Singapura tiram restrições à importação de frango do Brasil

Brasil se declarou oficialmente livre de gripe aviária em 18 de junho, após foco da doença em granja comercial do Rio Grande do Sul

Da CNN Brasil
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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que a África do Sul e Singapura retiraram as restrições de exportação à carne de frango brasileira, após o Brasil se declarar oficialmente livre de gripe aviária em 18 de junho.

A notificação formal foi enviada à OMSA. O Brasil também comunicou todos os países que impuseram restrições à importação de carne de frango brasileira, solicitando a revogação das suspensões com base no novo status sanitário.

Desde a confirmação de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em uma granja comercial no município de Montenegro (RS), mais de 40 mercados anunciaram algum tipo de restrição à compra de aves brasileiras.

A situação atual das restrições das exportações brasileiras de carne de aves é a seguinte:

  • Sem restrição de exportação: África do Sul, Argélia, Argentina, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Cuba, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Índia, Iraque, Lesoto, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Montenegro, Paraguai, República Dominicana, Singapura, Sri Lanka, Uruguai, Vanuatu e Vietnã;
  • Suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil: Albânia, Canadá, Chile, China, Macedônia do Norte, Malásia, Paquistão, Peru, Timor-Leste, União Europeia;
  • Suspensão restrita ao estado do Rio Grande do Sul: Angola, Arábia Saudita, Armênia, Bahrein, Bielorrússia, Cazaquistão, Coreia do Sul, Kuwait, México, Namíbia, Omã, Quirguistão, Reino Unido, Rússia, Tajiquistão, Turquia e Ucrânia;
  • Suspensão limitada ao município de Montenegro (RS): Catar e Jordânia;
  • Suspensão limitada aos municípios de Montenegro, Campinápolis e Santo Antônio da Barra: Japão;
  • Suspensão limitada à zona: Hong Kong, Maurício, Nova Caledônia, São Cristóvão e Nevis, Suriname e Uzbequistão. O reconhecimento de zonas específicas é denominado regionalização, conforme previsto no Código Terrestre da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e no Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) da Organização Mundial do Comércio (OMC).