Com oferta, Fiat Mobi retoma posto de carro mais barato do Brasil
Promoção temporária para a versão Like 2026 derruba o preço do hatch em mais de R$ 12 mil, superando as ofertas de rivais do mercado

A Fiat movimentou o mercado automotivo nacional ao anunciar uma promoção que coloca o Mobi Like como o veículo 0km mais acessível do país.
Com a oferta disponível no site da montadora, o subcompacto está sendo comercializado por R$ 69.990, retomando a liderança em preço diante de concorrentes diretos como Renault Kwid e Citroën C3.
Efeitos do preço
A redução é significativa: o valor de tabela original do Mobi Like (ano-modelo 2025/2026) é de R$ 82.560. Com o desconto aplicado para pagamento à vista, a economia chega a mais de R$ 12,5 mil.
Vale destacar que:
- A oferta é válida para unidades na cor Preto Vulcano;
- A condição é exclusiva para venda direta a pessoas físicas.
Além disso, vale destacar que se trata de uma promoção temporária e não de uma redução definitiva na tabela oficial de preços.
Cenário de mercado
Com este movimento, a Fiat cria um distanciamento considerável em relação aos principais rivais, que hoje operam em faixas superiores:
- Renault Kwid Zen: anunciado em oferta por R$ 78.690.
- Citroën C3 Live Pack: ofertado via e-commerce por R$ 84.990.
O que o modelo oferece
A versão Like 1.0 2026 mantém o foco na eficiência urbana. O modelo é equipado com o motor 1.0 Firefly flex, capaz de gerar até 75 cv, sempre acoplado ao câmbio manual de cinco marchas.
Recentemente, o interior do hatch passou por atualizações para melhorar a ergonomia e a funcionalidade.
O novo painel, compartilhado com outros veículos da gama Fiat, apresenta:
- Saídas de ar centrais ampliadas e novos comandos de ar-condicionado;
- Quadro de instrumentos com tela LCD de 3,5 polegadas;
- Espaço otimizado à frente do passageiro;
Itens de série: o pacote inclui direção elétrica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, sensor de pressão dos pneus, sistema Isofix para cadeirinhas infantis e computador de bordo.
*Publicado por André Nicolau, da CNN Brasil


