Basília Rodrigues
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Basília Rodrigues

Apura e explica. Adora Jornalismo e Direito. Vencedora do Troféu Mulher Imprensa e prêmios Especialistas, Na Telinha e profissionais negros mais admirados

Reforma ministerial pode ficar para depois de eleições à presidência da Câmara e do Senado

Além de checar o tamanho com que os partidos irão ficar depois das eleições municipais, o governo também quer esperar a disputa de forças pelo comando das Casas no Legislativo

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em reunião com os ministros do governo
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em reunião com os ministros do governo  • Ricardo Stuckert / PR / Divulgação
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Ministros do Palácio do Planalto passaram a avaliar a possibilidade de realizar uma reforma ministerial somente após o resultado das eleições para presidentes da Câmara e do Senado, que serão em fevereiro do próximo ano.

Até aqui, palacianos já haviam reconhecido que uma eventual mudança de ministros ficaria para depois das eleições municipais, em outubro. A medida que se aproxima o pleito, governistas afirmam não existir mais a certeza de mudança na Esplanada ainda neste ano.

Além de checar o tamanho com que os partidos irão ficar depois das eleições, o governo também quer esperar a disputa de forças pelo comando da Câmara e do Senado.

Um dos alertas que soaram forte dentro do governo, nestas últimas semanas, foi o choque entre deputados para escolha do substituto de Arthur Lira (PP-AL).

Apesar de indicado como favorito, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) não garantiu consenso das bancadas.

O governo avalia que a tarefa ficou ainda mais difícil. A missão de agradar tantos partidos passa tradicionalmente pela divisão de espaços na Esplanada.