Coppolla: trabalhador não se sente mais representado no 1° de Maio
"Ano passado, quando Lula e os sindicatos falaram para uma plateia vazia. A manchete do jornal dizia que o presidente reclamou da baixo público em ato do primeiro de maio e que evento foi mal convocado"
O atos em comemoração ao 1° de Maio não chamam mais atenção do trabalhador porque ele não se sente mais representado por entidades ou partidos, afirmou o comentarista Caio Coppolla no programa O Grande Debate desta quarta-feira (30).
Como não vai comparecer aos atos das centrais sindicais, Lula gravou um vídeo para o no 1° de Maio. Aliados dizem que o presidente não estará presente para não quer se comprometer com atos esvaziados, como aconteceu no ano passado.
“ Houve um despertar político da sociedade brasileira produtiva. O trabalhador sabe que quem explora sua força de trabalho, não é patrão. É o Estado, que fica, em média, com 40% da sua renda na forma de impostos e taxas”, disse.



