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    Caio Junqueira

    Caio Junqueira

    Formado em Direito e Jornalismo, cobre política há 20 anos, 10 deles em Brasília cobrindo os 3 Poderes. Passou por Folha, Valor, Estadão e Crusoé

    RS se antecipa a governo federal e começa a pagar auxílio a desabrigados

    As primeiras remessas de ambos devem começar a ser pagas nesta sexta-feira, segundo o governo

    RS se antecipa a governo federal e começa a pagar auxílio a desabrigados
    RS se antecipa a governo federal e começa a pagar auxílio a desabrigados

    O governo do Rio Grande do Sul se antecipou ao governo federal e começou a pagar auxílios para os desabrigados pelas enchentes. São dois programas. Um se chama “Volta por Cima”, já existe no estado desde as enchentes de 2023 e foi abastecido com recursos estaduais, resultando no pagamento de R$ 2,5 mil por família desabrigada. O estado direcionou R$ 50 milhões para o programa a partir dos eventos deste ano.

    Outro chamado SOS Enchentes tem valor de R$ 2 mil por família desabrigada, sendo abastecido com doações de PIX. As primeiras remessas de ambos devem começar a ser pagas nesta sexta-feira, segundo o governo.

    Cada um dos dois deve atingir cerca de 40 mil famílias nos próximos dias. O auxílio prometido pelo governo federal de R$ 5,1 mil ainda não tem data para começar a ser pago.

    Para ampliar o alcance dos programas e evitar que a mesma família receba os dois benefícios, o estado definiu que beneficiários do Volta por Cima não receberiam o SOS Enchentes. Também foi desenvolvido um modelo que não torna necessário o cadastro prévio das famílias. Haverá um cruzamento de inscritos no Cadastro Único, onde constam as famílias mais carentes do país, com o georreferenciamento das áreas alagadas.

    “Os dados de georreferenciamento foram originados das manchas de inundação. Pelo endereço, foram identificadas famílias desabrigadas ou desalojadas. Esses dados começaram a ser repassados à Caixa, que entregará cartões aos beneficiados quando os recursos já estiverem depositados”, disse à CNN a secretária de Planejamento do Rio Grande do Sul, Danielle Calazans.

    A medida foi possível a partir de um trabalho de tecnologia do Departamento de Economia e Estatística do Estado (DEE) vinculado à Secretaria.