Tarcísio faz reunião com força-tarefa que atua na morte de ex-delegado
Encontro ocorre no Palácio dos Bandeirantes; ideia é atualizar o andamento das investigações e levantar o que cada área do governo está fazendo
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, convocou para a tarde desta terça-feira (16) uma reunião no Palácio dos Bandeirantes com a força-tarefa montada para apurar a execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes.
A ideia é atualizar o andamento das investigações e levantar o que cada área do governo está fazendo.
Uma das principais linhas investigativas é a vingança de facções criminosas, em especial o PCC (Primeiro Comando da Capital).
Mais cedo, o secretário de Segurança Público do estado, Guilherme Derrite, disse que a polícia identificou dois suspeitos do crime.
"[O primeiro] é um indivíduo que já foi preso várias vezes pelas forças policiais. Foi preso por roubo duas vezes, por tráfico duas vezes, foi preso quando era adolescente infrator", afirmou o secretário.
A prisão preventiva dos dois suspeitos foi pedida.
O procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio Costa de Oliveira, também falou com a imprensa e disse que as forças de segurança já tinham conhecimento de ameaças desde 2019, inclusive feitas a tiros.
Segundo o procurador, a morte indica vingança.
A cúpula de segurança também contará com o atual delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Artur Dian, o secretário-executivo da Secretaria de Segurança Pública (SSP), Osvaldo Nico, e o comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Coutinho.



