Caio Junqueira
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Caio Junqueira

Formado em Direito e Jornalismo, cobre política há 23 anos, 10 deles em Brasília cobrindo os Três Poderes. Passou por Folha, Valor, Estadão e Crusoé

William Waack

Análise: Trump sepulta "operação tabajara" do bolsonarismo

O presidente norte-americano retirou o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa da lista de sanções da Lei Magnitsky

Donald Trump em Washington
Donald Trump em Washington  • 4/12/2025 REUTERS/Kevin Lamarque
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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) tratava o plano com tanta confiança que chegava a parecer viável. Acontece que não era.

Desde que levou a operação à Casa Branca, Eduardo não pôde mais pisar no brasil sob o risco de ser preso por crime de lesa-pátria.

Seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acabou na prisão. A anistia virou discussão de dosimetria.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou da oposição um discurso pronto em defesa da soberania para 2026 — e, de quebra, recuperou popularidade.

O Centrão, por sua vez, trata de manter distância da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência.

Nesta sexta-feira (12), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enterrou de vez a operação ao retirar as sanções contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

E o plano de Eduardo, no fim, revelou-se exatamente aquilo que sempre foi: uma operação tabajara.