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    Caio Junqueira

    Caio Junqueira

    Formado em Direito e Jornalismo, cobre política há 20 anos, 10 deles em Brasília cobrindo os 3 Poderes. Passou por Folha, Valor, Estadão e Crusoé

    Venezuela informa Brasil que Corina Yoris não tem apoio da oposição

    Opositora acusa regime de Maduro de impedir seu registro para concorrer à eleição presidencial

    Venezuela informa Brasil que Corina Yoris não tem apoio da oposição
    Venezuela informa Brasil que Corina Yoris não tem apoio da oposição

    A Venezuela informou ao governo brasileiro que o conjunto de partidos da oposição no país não aprovou o nome de Corina Yoris para a eleição presidencial de julho e que esse teria sido o principal motivo de seu nome não ter sido registrado.

    Trata-se, portanto, de uma versão distinta da que tem sido propagada por setores da oposição de que o governo venezuelano barrou o nome dela.

    Essa versão deverá ser levada pessoalmente ao governo brasileiro pelo embaixador da Venezuela no Brasil em conversa prevista para ocorrer nesta semana.

    O impedimento de Corina Yoris gerou pela primeira vez uma posição mais dura do Brasil em relação à Venezuela neste governo.

    Agora, diante da informação passada pela Venezuela, o governo brasileiro apura o que de fato ocorreu e faz um levantamento informal de quem na oposição de fato apoia e não apoia o nome de Corina Yoris.

    Há expectativa de que a Venezuela divulgue uma lista dos nomes credenciados para concorrer pela oposição.

    Como a CNN revelou no dia 7 de março, o Brasil tem simpatia por dois nomes da oposição e não enxerga María Corina Machado, que também teve registro negado e bancou Corina Yoris, como um nome que trará estabilidade ao país.

    Nesse sentido, tem mantido contatos com um grupo de países que esteve envolvido no Acordo de Barbados, como Colômbia, México e Noruega, no sentido de buscar uma solução.

    A ideia central é fazer com que a eleição na Venezuela atinja um padrão mínimo de competitividade, inclusive com observadores internacionais, e que a oposição consiga realizar a campanha sem medo de perseguição.

    A ideia também é de que a eleição deste ano possa servir de modelo para outras a serem realizadas em 2025 para eleger parlamentares e governadores.