Débora Bergamasco
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Débora Bergamasco

Débora Bergamasco é jornalista, com passagem pelas redações de Estadão, Folha, O Globo, Época, IstoÉ e SBT

Ministro da Secom fará reunião com prefeitos no RS; Renan Filho e Waldez Góes também vão

Lula ainda não decidiu se fará visita estado

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O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, Paulo Pimenta, disse à CNN que deve visitar na próxima sexta-feira (3) a região afetada pelas fortes chuvas no Rio Grande do Sul, que já causaram a morte de oito pessoas.

"Como ainda está chovendo muito, a gente não consegue fazer um sobrevoo com segurança. Mas, assim que houver condições climáticas, estarei lá. Deve ser na sexta-feira. Mas vou e levarei comigo outros ministros". Pimenta confirmou a presença dos ministros Renan Filho, dos Transportes, e Waldez Góes, do Desenvolvimento Regional.

Ele planeja uma reunião com todos os prefeitos das cidades que estão em situação crítica, ainda não sabe se o encontro será na capital, Porto Alegre. Pimenta já decidiu que vai à Santa Maria, no interior gaúcho, sua cidade natal, onde tem casa, família e amigos.

Pimenta e os ministros José Múcio, da Defesa e Waldez Góes foram designados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para dar atenção especial ao estado.

Ao ser questionado se Lula planeja visitar a região, ele disse que ainda não tratou deste assunto com o presidente. Outras fontes do Palácio do Planalto informaram que essa decisão ainda não foi tomada.

Pimenta disse que conversou com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB). Depois disso, Lula telefonou a Leite para colocar à disposição a ajuda federal.

Apesar de adversários políticos, a relação institucional entre o governador e o presidente é boa.

"A prioridade nesse momento é o resgate e o salvamento de famílias que estão ilhadas e precisam desse apoio emergencial. Vai haver total suporte e apoio do governo federal para ações humanitárias e para o trabalho de limpeza e reconstrução, em uma segunda etapa", afirmou Pimenta.

Desde a quarta-feira (30), por determinação do presidente, diversos órgãos foram acionados. Entre eles, Exército, Força Aérea Brasileira, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Polícia Rodoviária Federal, Defesa Civil Nacional e Ministério da Integração.