Débora Bergamasco
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Débora Bergamasco

Débora Bergamasco é jornalista, com passagem pelas redações de Estadão, Folha, O Globo, Época, IstoÉ e SBT

PSD avalia candidatura própria à presidência do Senado

Partido discute opção caso candidatura na Câmara não vingue

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Na ordem do dia, PL 1.847/2024 que "estabelece um regime de transição para a contribuição substitutiva prevista pelos arts. 7º e 8º da Lei nº 12.546, de 14 de dezembro de 2011, e para o adicional sobre a Cofins-Importação previsto pelo § 21 do art. 8º da Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004". Em discurso, à tribuna, senador Marcos Rogério (PL-RO). Mesa: presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG); secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Gustavo A. Sabóia Vieira.
Senado Federal  • 20/08/2024 - Jonas Pereira/Agência Senado
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A cúpula do PSD avalia lançar candidatura própria à presidência do Senado. O movimento tem sido discutido com interlocutores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A ideia, segundo apurou a CNN, poderia ser levada a adiante caso a candidatura do deputado Antônio Britto (PSD-BA) para a sucessão da Câmara não vingue.

A possibilidade surpreende porque havia a ideia pacificada de que há consenso pela volta do senador David Alcolumbre (União-AP) ao comando do Senado. É preciso destacar, no entanto, uma estratégia de pressão e posicionamento.

O partido do atual presidente, Rodrigo Pacheco (MG), tem hoje a maior bancada do Senado e quer ficar com a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Como mostrou a CNN, Alcolumbre já acenou que, se eleito, deve entregar o comando a comissão, considerada a mais importante da Casa, para o partido de Antônio Britto.

Porém, o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, pede a mesma comissão como moeda de troca.