Flávio é aconselhado a publicar carta em defesa da pacificação do país
Estrategistas do pré-candidato do PL avaliam que postura de moderação impulsionou nome de filho de Jair Bolsonaro
Os estrategistas do pré-candidato do PL à sucessão presidencial, Flávio Bolsonaro, têm defendido que o senador pelo Rio de Janeiro elabore uma carta aberta à nação.
A ideia do documento seria defender uma pacificação no país e um aceno de que, caso seja eleito, não atuará com revanchismo contra o STF (Supremo Tribunal Federal).
O propósito seria fortalecer ainda mais a estratégia do primogênito de Jair Bolsonaro (PL) de se apresentar como um moderado, no esforço de atrair o eleitorado de centro.
A ofensiva, na visão de dirigentes nacionais do PL, tem sido bem sucedida, com o crescimento das intenções de voto e a queda da rejeição do pré-candidato de direita.
Em 2002 e em 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez movimentos semelhantes. Na primeira, para acalmar o mercado financeiro. Na segunda, para reduzir a rejeição do eleitorado evangélico.
A última edição da Genial/Quaest mostrou Lula e Flávio empatados no segundo turno. Diante do cenário de crescimento do bolsonarista, o petista antecipou estratégia para tentar desconstruir a candidatura do adversário.
O PT, partido do presidente, já começou a divulgar material relembrando que classificaram de pontos fracos da gestão passada, como as mortes na pandemia do coronavírus e o aumento dos índices de pobreza.


