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    Uribe tem duas paixões: política e café. Cobriu 4 presidentes e 4 eleições presidenciais. E acorda todo dia às 5h da manhã para trazer em primeira mão os bastidores do poder

    Milei pede apoio logístico do governo de SC para viagem ao Brasil

    Presidente argentino fez o pedido após avisar ao Palácio do Itamaraty que presidente fará visita privada ao Brasil

    Javier Milei, presidente da Argentina
    Javier Milei, presidente da Argentina Ammar Awad/Reuters (07.fev.24)

    O presidente argentino Javier Milei solicitou apoio logístico e operacional ao governo de Santa Catarina em viagem neste sábado (6) ao Brasil.

    A embaixada Argentina avisou ao governo brasileiro que o presidente fará uma visita privada ao Brasil, não havendo necessidade de auxílio diplomático.

    A segurança e o transporte de Milei serão providenciados pelas policiais civil e militar do estado, comandado por Jorginho Melo, aliado do ex-presidente Bolsonaro.

    A previsão é de que Milei desembarque no Aeroporto Internacional de Navegantes, na noite de sábado (6) e participe de jantar, em Balneário Camboriú, com a presença de Bolsonaro.

    Os convites para o jantar da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) vão de R$ 5 mil a R$ 25 mil reais.

    O evento terá entre os palestrantes o senador Magno Malta (PL-ES), o secretário da segurança pública de São Paulo, Guilherme Derrite, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), entre outros.

    A expectativa é de que, no evento, Jair Bolsonaro (PL) anuncie o apoio ao seu filho, Renan Bolsonaro, a uma candidatura de vereador em Balneário Camboriú.

    O governo brasileiro acompanhará com atenção a visita de Milei ao Brasil, sobretudo discursos públicos do presidente argentino.

    Segundo diplomatas brasileiros, caso o argentino insista em fazer críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há possibilidade de convocação do embaixador do Brasil na Argentina para consulta diplomática.

    No direito internacional, o gesto é uma espécie de resposta a comportamentos considerados hostis, ainda que possam ser legais.