Moraes avalia manter afastamento de Bacellar do comando da Alerj
Avaliação na Suprema Corte é de que medidas cautelares também devem ser adotadas
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), avalia manter o afastamento de Rodrigo Bacellar (União-RJ) da presidência da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
A decisão, segundo integrantes da Suprema Corte, serviria para evitar obstrução nas investigações e a continuidade do que a PF (Polícia Federal) aponta de uma interferência do Comando Vermelho na política do Rio de Janeiro.
Na Suprema Corte, magistrados também consideram que caberia a adoção de outras medidas cautelares, incluindo tornozeleira eletrônica e o contatos com demais investigados no esquema de benefício à facção criminosa.
O plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou na segunda-feira (8) uma resolução para soltar o presidente da Casa Legislativa.
Ele está detido preventivamente na Superintendência da PF (Polícia Federal) na capital fluminense desde a última quarta-feira (3).
Bacellar se tornou alvo da Operação Unha e Carne, que apura a participação de servidores públicos no repasse indevido de dados sigilosos.
Segundo dados da PF, o vazamento teria atrapalhado o andamento da Operação Zargun, responsável por prender, em setembro, o deputado estadual Thiago Raimundo dos Santos Silva (MDB), conhecido como TH Joias.



