Julliana Lopes
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Julliana Lopes

Foi repórter no SBT e na CNN em Brasília. Agora em SP, Julliana trouxe na bagagem vasta experiência em coberturas no Congresso e no governo federal

Análise: IA eleitoral testa limites das regras do jogo

Vídeos com avatar de Jair Bolsonaro e familiares de Cleitinho Azevedo se tornam exemplos de problema que Justiça Eleitoral precisa resolver

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A inteligência artificial entrou na campanha eleitoral e já trouxe problemas que a legislação ainda tenta entender como resolver.

Um avatar de Jair Bolsonaro apareceu no palanque do PL e colocou a Justiça Eleitoral diante de uma decisão que pode abrir ou fechar caminho para que outras campanhas façam o mesmo.

Em outro caso, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) usou a recriação digital de familiares já falecidos em um vídeo no qual sinaliza que seguiria em frente na candidatura ao governo de Minas Gerais.

Os episódios são diferentes, mas mostram como a tecnologia tem sido usada para recriar presenças, falas e até emoções que nunca existiram daquela forma.

Com autorização ou sem ela, o uso da IA na política chega a um novo patamar. E a polêmica cresce na mesma medida.

Cabe à Justiça Eleitoral definir até onde esse recurso pode ir e quem responde quando uma imagem criada por computador é usada para contornar uma restrição, explorar a comoção ou influenciar o voto.