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    Larissa Rodrigues

    Larissa Rodrigues

    Acompanha de perto as articulações do Congresso com o Executivo e como a relação entre os Poderes interfere na vida da população e na economia do país

    Análise: centrão está “confuso” sobre o que fazer no caso de Chiquinho Brazão

    “Confusão” se deve ao fato de alguns parlamentares se verem numa sinuca de bico

    Análise: centrão está “confuso” sobre o que fazer no caso de Chiquinho Brazão
    Análise: centrão está “confuso” sobre o que fazer no caso de Chiquinho Brazão

    Passada a Semana Santa e o fechamento da Janela Partidária, chegou a hora de a Câmara dos Deputados se debruçar sobre a prisão de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). Pelo menos essa foi a expectativa criada antes dos parlamentares entrarem no “mini recesso”.

    Mais de 15 dias após a prisão do suspeito de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, no entanto, o Centrão ainda dá sinais não fechou consenso sobre como agir.

    “Eles estão confusos”, disse à CNN uma fonte com trânsito entre os integrantes da bancada.

    A “confusão” se deve ao fato de alguns parlamentares se verem numa sinuca de bico.

    Se votarem pela soltura de Brazão, podem acabar “massacrados” pela opinião pública, visto a gravidade do caso Marielle. A votação em plenário será aberta, o que permitirá cobranças nominais por parte do eleitorado.

    Por outro lado, alguns parlamentares entendem que se votarem pela manutenção da prisão de Brazão, sem deixar um recado claro, estarão dando um “salvo-conduto” para o Supremo Tribunal Federal.

    Não à toa, os parlamentares ameaçam não dar quórum durante a votação nem mesmo na Comissão de Constituição e Justiça. Seria uma forma de adiar a decisão.

    Ou seja, é como o clichê usado por um deputado do próprio Centrão para resumir a situação política que envolve a decisão: “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.”