Larissa Rodrigues
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Larissa Rodrigues

Acompanha de perto as articulações do Congresso com o Executivo e como a relação entre os Poderes interfere na vida da população e na economia do país

Sindicato pede proteção para brasileiros que trabalham no Irã e em Israel

Cerca de 15 servidores do Itamaraty trabalham nos países do Oriente Médio; maioria levou familiares

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O SindItamaraty (Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores) afirmou estar preocupado com os servidores do Itamaraty que atualmente trabalham lotados no Irã e em Israel.

Segundo a instituição, diante da escalada do conflito no Oriente Médio, o governo brasileiro precisa monitorar as condições de segurança nesses postos para adotar “medidas que reforcem a proteção dessas pessoas e até mesmo uma eventual remoção temporária”.

O SindItamaraty afirma ainda que essa não é a primeira vez que o sindicato precisa se posicionar publicamente pedindo o aumento da segurança para os servidores do Ministério das Relações Exteriores que atuam fora do Brasil. Cerca de 15 funcionários estão lotados no Irã e em Israel. A maioria está acompanhada de seus familiares.

“Diante da persistência de um contexto internacional instável, com guerras em curso na Europa e no Oriente Médio, a proteção dos servidores e seus familiares deve estar no centro das discussões”, completa o sindicato.

A troca de ataques entre Israel e Irã começou no último dia 13, quando o governo israelense lançou uma ofensiva direcionada ao centro do programa nuclear iraniano e aos altos líderes militares do país. Teerã iniciou a retaliação logo em seguida, aumentando novamente os temores de um conflito mais amplo no Oriente Médio.

Desde o início da manhã desta terça (24), os Estados Unidos anunciaram um cessar-fogo entre os dois países, mas novos bombardeios teriam ocorrido.