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    Pedro Duran

    Pedro Duran

    O pai do Benjamin passou pela TV Globo, CBN e UOL. Na CNN, já atuou em SP, Rio e Brasília e conta histórias das cidades e de quem vive nelas

    Em meio à Operação Verão, Baixada Santista recebe reforço de 212 policiais militares

    Agora diplomados e treinados, policiais serão incorporados ao epicentro da guerra entre o governo paulista e a rede de influência do PCC

    Em meio à Operação Verão, Baixada Santista recebe reforço de 212 policiais militares
    Em meio à Operação Verão, Baixada Santista recebe reforço de 212 policiais militares

    A Baixada Santista, no litoral sul de São Paulo, vai ganhar um reforço no efetivo de policiais militares. Nas últimas semanas, a Polícia Militar (PM) do estado treinou 212 policiais recém-diplomados para atuar na região que se tornou o epicentro da guerra da PM contra a rede de influência do PCC no início de 2024.

    Para o 6º Batalhão, em Santos, serão 111 novos policiais. O local é tido como crucial para a atuação das forças de segurança do estado justamente por abrigar o maior porto do país, onde os criminosos vêm desenvolvendo técnicas avançadas para enviar drogas, especialmente cocaína, por meio de navios para a América do Norte e a Europa.

    O Guarujá receberá outros 96 policiais e, São Vicente, 5.

    Pelo menos 48 suspeitos foram mortos em confronto com a PM na região nos últimos meses. À CNN, o Secretário de Segurança, Guilherme Derrite, disse que a operação vai continuar apesar do fim do verão.

    O objetivo é capturar chefes do PCC que atuam na região se escondendo em morros. A CNN apurou que o reforço conta ainda com o repasse de mais recursos e novas viaturas para a PM.

    “O que buscamos é apreender essas drogas e prender traficantes a ponto de gerar, cada dia mais, prejuízo ao crime. Não faria sentido, portanto, encerrarmos uma operação que, por meio do trabalho de inteligência, já identificou diversos pontos utilizados pelos traficantes, que se aproveitam da geografia do local e proximidade com o Porto de Santos para fomentar sua atividade ilícita”, disse Derrite à CNN.

    A ação é questionada por entidades de direitos humanos pelo alto índice de letalidade. A ouvidoria das polícias de São Paulo alega que abusos foram cometidos pelos policiais em campo, o que a Secretaria de Segurança Pública nega.