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    Pedro Duran

    Pedro Duran

    O pai do Benjamin passou pela TV Globo, CBN e UOL. Na CNN, já atuou em SP, Rio e Brasília e conta histórias das cidades e de quem vive nelas

    Rio e São Paulo têm disparada de casos de dengue no pós-Carnaval

    No Rio, casos mais que dobraram na última segunda-feira (19) em comparação com a semana anterior; em São Paulo, alta foi de 60% em uma semana

    Rio e São Paulo têm disparada de casos de dengue no pós-Carnaval
    Rio e São Paulo têm disparada de casos de dengue no pós-Carnaval

    As maiores cidades do país assistiram à uma disparada nos casos de dengue nos dias que sucederam o Carnaval de 2024.

    No caso do Rio de Janeiro, só na segunda-feira (19), os atendimentos mais que dobraram. Na cidade de São Paulo, a escalada foi significativa. Da semana do carnaval para a semana seguinte, os novos casos subiram quase 60%, passando de 6.496 para 10.371. Há três semanas, tinham sido registrados 3.344 casos, um terço do patamar atual.

    Os dados foram confirmados para a CNN pelos secretários de Saúde das cidades do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, e de São Paulo, Luiz Carlos Zamarco.

    À frente da condução das estratégias municipais, os secretários tem adotado estratégias diferentes, mas com a mesma base: combater o mosquito Aedes aegypti e seus criadouros e ampliar a capacidade de atendimento para pacientes com perfil de internação.

    Nesta terça-feira (20), a cidade do Rio instalou o 11º polo para atender pacientes com sintomas da doença. A capacidade da rede cresceu em 1.320 novos atendimentos por dia. O Rio de Janeiro já tem um decreto que prevê a entrada forçada em casas onde exista risco de haver criadouros. No caso de São Paulo, os agentes trabalham na orientação e na sensibilização da população.

    A alta de casos de uma série de doenças no período que sucede eventos como Réveillon e Carnaval já é esperada por especialistas. Ao longo do feriado, as pessoas acabam tendo mais contato, pioram a alimentação e o sono, a qualidade das refeições cai e a bebida alcoólica também afeta o sistema imunológico, deixando as pessoas mais sensíveis às doenças infecciosas ou gástricas, por exemplo.