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    Pedro Venceslau

    Pedro Venceslau

    Pós-graduado em política e relações internacionais, foi colunista de política do jornal Brasil Econômico, repórter de política do Estadão e comentarista da Rádio Eldorado

    Esquerda admite dificuldade de mobilização e articula atos em março

    Organizações que atuam em movimentos sociais de lideranças preparam "jornada de mobilizações" em março na tentativa de dar uma resposta ao ato em defesa de Bolsonaro realizado no último domingo (25)

    Esquerda admite dificuldade de mobilização e articula atos em março
    Esquerda admite dificuldade de mobilização e articula atos em março

    Organizações que atuam nos movimentos sociais e lideranças de partidos de esquerda ouvidas pela CNN admitem que o campo bolsonarista tem hoje mais capacidade de mobilização e preparam uma “jornada de mobilizações” em março para tentar dar uma resposta ao ato em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizado neste domingo, 25, na Avenida Paulista.

    As frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem organizações como MST, MTST, CMP e UNE, se reunirão esta semana para avaliar o ato de domingo e definir a estratégia para as mobilizações de março.

    A ideia é fazer uma série de eventos a partir do dia 8 de março e encerrar a jornada com um ato no dia 24. Ainda não está definido se será convocada uma manifestação única na Avenida Paulista ou atos em várias cidades pelo Brasil.

    Uma ala defende a realização de atos pulverizados por entender que a esquerda não tem a “retaguarda” de empresários do agronegócio que teriam contribuído para trazer caravanas do interior de São Paulo.

    “O Bolsonaro foi derrotado eleitoralmente, mas o bolsonarismo segue muito forte. O campo da esquerda continua com dificuldade de mobilizar, ainda mais sendo governo. A esquerda priorizou as disputas eleitorais”, disse à CNN Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos Populares e integrante da Frente Brasil Popular.