Michelle evita holofote e se diz preocupada com alimentação de Bolsonaro
Ex-primeira-dama teme agravamento, na prisão, das crises de soluço e vômito
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatou a pessoas próximas que está preocupada com a alimentação de Jair Bolsonaro (PL) durante o período em que ele estiver preso. Ela disse a interlocutores que tem medo do agravamento das suas crises de soluço e vômito.
O estado de saúde do ex-presidente é motivo de atenção para familiares, que temem descontrole do quadro após sua prisão preventiva.
Segundo relatos, Michelle está “abalada” e pretende se informar sobre a prisão antes de se posicionar. Ela deverá se reunir com aliados de Bolsonaro para entender sobre o processo e a estratégia de reação do grupo.
A ordem, no entorno do ex-presidente, é deixar manifestações públicas restritas a Michelle e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Um comunicado pedindo “responsabilidade” e “disciplina” entre bolsonaristas circulou nos grupos de whatsapp de parlamentares ligados a Bolsonaro.
No momento da prisão, Michelle estava fora de casa, em viagem ao Ceará, para um evento do PL Mulher. Ao desembarcar em Brasília, Michelle foi recepcionada pela vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PL).
Michelle ainda deve encontrar a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que prometeu cobrar reação do Congresso sobre uma anistia a Bolsonaro.
Após a operação, Michelle manifestou-se nas redes sociais, com a mensagem: "Não vamos desistir da nossa nação".



