Análise: STF volta a ser o principal assunto do debate eleitoral
A desordem é tamanha que um partido pediu a destituicão do presidente do TSE para avaliação de casos de propaganda eleitoral, que por sua vez foi ao presdiente do Supremo reclamar que cada tribunal respeite seu quadrado
O STF (Supremo Tribunal Federal) poderá ter nova sessão caótica para decidir o caso de Nossa Senhora Aparecida.
Em quatro dias, André Mendonça mandou retirar as postagens. Flávio dino derrubou a decisão de Mendonça e determinou que qualquer caso semelhante fosse resolvido apenas por ele. Luiz Fux suspendeu a decisão de Dino, e agora o plenário do STF terá de tentar colocar ordem nesse chumbo trocado.
Imagine quem precisa cumprir essas decisões.
A desordem é tamanha que um partido pediu a destituicão do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para avaliação de casos de propaganda eleitoral, que por sua vez foi ao presdiente do Supremo reclamar que cada Tribunal respeite seu quadrado.
Mudam os assuntos, mas o STF continua no centro de tudo. Ora pelos escândalos, ora pela guerra entre os ministros. Até quando a campanha consegue mudar o rumo da conversa, o Supremo funciona como um ímã e puxa o debate de volta para si.
Talvez esse seja o dado mais preocupante de todos. Porque o Supremo é um dos poderes da República, mas não é ele quem governa o Brasil. Ou será que é?



