Victor Irajá
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Victor Irajá

Com passagens por Estadão e rádio CBN, foi editor do Radar Econômico, da revista Veja. É especializado em Economia pela FGV e pelo Insper

Executivos da Petrobras veem com preocupação primeiras ações de Magda no comando da estatal

Nova presidente trabalha para substituir diretores da Petrobras e impulsionar os investimentos da estatal

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Altos executivos da Petrobras veem com preocupação os primeiros movimentos de Magda Chambriard, nova presidente da Petrobras, à frente da estatal de petróleo.

Em linha com as intenções de alas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Magda trabalha para substituir diretores da Petrobras e impulsionar os investimentos da estatal.

Para além do diretor de Compliance da estatal, Mário Spinelli, estão na mira os cargos do diretor de Engenharia e Inovação, Carlos Travassos, e do diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Joelson Mendes.

Para altos executivos, os movimentos para alteração dos diretores se baseiam em críticas infundadas.

Segundo essas fontes relataram à CNN, os investimentos da Petrobras estão dentro dos cronogramas e não há dispêndios atrasados por parte da empresa.

Sobre a política de preços, porém, a leitura é de que Magda — por ora — mantém os mesmos ditames do ex-presidente Jean Paul Prates.

 

 

Na semana passada, a gestão de Magda reduziu o preço médio de venda de querosene de aviação (QAV) para as distribuidoras em 7,6% — foi o primeiro reajuste anunciado pela nova gestão.

Para essas mesmas fontes, o formato de aprovação do nome de Magda Chambriard à presidência da Petrobras começou errado.

Executivos da empresa reclamam que nem uma assembleia do Conselho de Administração para ratificar o nome da executiva foi aceita.

A política de reativação da subsidiária fabricante de fertilizantes Araucária Nitrogenados S/A (Ansa) também virou mote de críticas por parte dos executivos e mostra “falta de independência” de Magda no comando da estatal.

A reativação teve quatro votos contrários de diretores da estatal.

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) homologou o acordo para a convocação de ex-trabalhadores pela subsidiária no Paraná.

Procurada pela CNN, a Petrobras ainda não se manifestou. O espaço segue aberto.

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