Corpo de Monarco é velado na quadra da Portela, no Rio de Janeiro

Despedida reúne cantores, autoridades e comunidade da escola de samba da Portela, onde Monarco ocupava a cadeira de presidente de honra

Pauline Almeida e Paula Martini, da CNN, No Rio de Janeiro
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Com a bandeira da Portela sobre o caixão e na quadra da escola da qual era o presidente de honra, Hildemar Diniz, o mestre Monarco, tem o corpo velado no Rio de Janeiro, desde 11h deste domingo (12). O sepultamento ocorreu nesta tarde, por volta das 16h, no Cemitério de Inhaúma.

O velório de Monarco reuniu dezenas de pessoas na quadra da Portela, como os cantores Diogo Nogueira e Paulinho da Viola, a cantora Marisa Monte e o prefeito do Rio, Eduardo Paes.

“Das mais brasileiras de todas as músicas, o Monarco representa uma geração, um momento. E a Portela perde uma pessoa tão importante da sua história. Ele é a maior marca do que representava a nossa Portela. Ele vai deixar muita saudade, mas o legado dele é indescritível”, declarou o prefeito.

Monarco morreu no sábado (11), aos 88 anos. Ele estava internado desde o início do mês de novembro no Hospital Cardoso Fontes, no bairro de Jacarepaguá, onde passou por uma cirurgia no aparelho digestivo.

A viúva, Olinda Diniz, recebeu os cumprimentos de quem foi prestar a última homenagem ao mestre Monarco.

Além da bandeira da escola de samba, o caixão levava uma bandeira da escola Unidos de Jacarezinho, agremiação que o cantor frequentou na década de 1960, e do clube de futebol América.

Outras escolas de samba também enviaram suas bandeiras como uma forma de homenagear o compositor.

Segundo a Portela, a última apresentação do cantor e compositor aconteceu em outubro, na tradicional feijoada da escola. Ele chegou à agremiação jovem e, com apenas 17 anos, entrou na ala de compositores. A carreira como sambista foi além da Portela e teve o lançamento de 16 álbuns.

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