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Empresários brasileiros estreitam relações comerciais na Expo 2020 Dubai

Autoridades e lideranças empresariais de 192 países estão concentradas no maior e mais antigo evento do planeta: a Exposição Universal. E o Brasil foi muito bem representado, com 300 empresários de diversas áreas, que viabilizarão oportunidades de negócios, investimentos e networking.

Expo Dubai

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Pela primeira vez na história, o Oriente Médio recebe a Exposição Universal – a Expo 2020 Dubai EAU, que teve que ser adiada por um ano, por conta da crise sanitária mundial, ocasionada pelo coronavírus.

Aberta ao público desde o dia 1º de outubro, estima-se a presença de 25 milhões de visitantes durante os 6 meses de duração, que terá o encerramento em 31 de março de 2022.

192 países expõem suas vitrines do futuro para mostrar ao mundo seus últimos avanços na tecnologia, ciência, arte, além da cultura e costumes.

Com o tema “Connecting Minds and Creating the Future”, em português: Conectando Mentes e Criando o Futuro, os pavilhões foram organizados em 3 distritos: sustentabilidade, mobilidade e oportunidade.

Com mais de 60 eventos diários, a Expo 2020 Dubai é dedicada a encontrar soluções para os desafios enfrentados pela humanidade, conferir os avanços tecnológicos e debater as perspectivas do futuro.

Além disso, autoridades, empresários e lideranças institucionais realizam uma verdadeira maratona de reuniões in loco para viabilizar negócios.

“Ações que consolidam a promoção da imagem país, com encontros empresariais e de relacionamento permitem um acesso mais estratégico e planejado a novos mercados de atuação”, afirma Robson Braga de Andrade, presidente da CNI.

O Brasil estará muito bem representado em Dubai. A CNI (Confederação Nacional da Indústria) levará a maior comitiva empresarial para um país árabe. Ao todo, serão 300 representantes de 230 empresas e instituições que poderão ampliar a rede de contatos, prospectar novos negócios e viabilizar investimentos.

É uma comitiva com representantes de 24 UFs, de diversos e grandes setores, sendo que 42% são donos das empresas e outros 34% são CEOs ou presidentes.

“Embora as Expos sejam eventos, principalmente, para países promoverem sua imagem para o mundo, para o setor privado representam oportunidades de negócios, investimentos e de estreitamento de contatos por reunirem autoridades e lideranças empresariais num único local”, explica Robson Andrade.

A missão liderada pela CNI será um misto de representação política e institucional da indústria com prospecção de negócios, e consistirá numa série de eventos para orientar o empresário quanto às oportunidades nos Emirados Árabes Unidos, os aspectos sociais e culturais a serem considerados nas negociações, dicas para exportar e importar, e ainda, como abrir uma operação ou receber investimentos árabes.

O Brasil é o principal parceiro comercial do país árabe na América Latina, mas há espaço para crescer, diversificar a pauta comercial bilateral e ampliar acesso a novos mercados a partir de Dubai.

“O mercado representa uma oportunidade de atuação das empresas brasileiras em todo o Oriente Médio, África e sul da Ásia, usando os EAU como hub logístico para outros países da região. Trata-se de um país rico, em desenvolvimento, com importantes linhas de financiamento e subsídio para estabelecimento de novos negócios”, explica Sarah Saldanha, gerente de Internacionalização da CNI.

Os Emirados Árabes Unidos são, atualmente, um dos países árabes com maior abertura para o mundo ocidental. Na indústria brasileira, o setor que mais exporta é o alimentício, pois adequou suas práticas para exportar alimentos de acordo com as regras islâmicas.

A gerente da CNI explica que essa abertura pode ser oportunidade para empresas brasileiras ocuparem prateleiras com produtos com tecnologia e outros atributos desejados pelo consumidor do mundo árabe.

“Os Emirados querem buscar parceiros-fornecedores que sejam capazes de, investindo em Dubai, contribuir para a diversificação das exportações dos EAU para o mundo. Assim, comercializar ou produzir bens lá, especialmente os bens de consumo – como moda, higiene pessoal ou alimentos – permite que as empresas brasileiras acessem mercados não-tradicionais para o Brasil”, explica.

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