Passaporte brasileiro cai duas posições e é o 19º mais poderoso do mundo

Documento japonês, que dá acesso a 190 países sem necessitar de visto, ocupa a primeira posição do ranking

Fernando Nakagawa
Por Fernando Nakagawa, CNN  
13 de julho de 2020 às 07:21 | Atualizado 13 de julho de 2020 às 07:27
Capa do podcast Abertura de Mercado
Foto: CNN Brasil

Estudo mostra que quem tem passaporte brasileiro podem entrar em 170 nações sem pedir licença. O Brasil, que foi ultrapassado por Romênia e Bulgária, está na mesma posição que a Argentina, Croácia, Emirados Árabes Unidos e Hong Kong.

No episódio de hoje:

- Pesquisa do DataFolha mostra que, gradualmente, empresários de pequeno porte começam a dizer que a situação econômica melhora;
- 54% disseram que a situação financeira está regular, boa ou ótima. No fim de maio eram 48%;
- Foi a primeira vez desde o início da pandemia que mais de metade dos ouvidos deram avaliação positiva;
- Apesar disso, para 70% dos participantes, as medidas anunciadas pelo governo não chegaram às empresas; Nas pequenas indústrias, 88% não têm acesso a crédito e 32% demitiram funcionários durante a crise;
- Para piorar, 16% dos ouvidos admitiram estar em risco de falência e 29% já perderam clientes que faliram ou entraram em RJ;
- Multinacionais que operam no Brasil começam a sofre com a desconfiança de compradores diante da política ambiental do governo Bolsonaro;
- Reportagens de O Globo e Folha de S. Paulo mostram que o problema cresce à medida que a imagem do Brasil no setor piora;
- O presidente da Natura, João Paulo Ferreira, diz que a empresa nunca foi tão questionada a respeito da responsabilidade ambiental;
- A Folha lembrou que a Nestlé parou de comprar soja de alguns produtores brasileiros porque não há como rastrear a origem do grão;
- Semana começou com tendência positiva nas bolsas europeias, onde investidores aguardam reunião de UE que vai discutir a criação de um mega fundo de € 750 bilhões para ajudar a recuperação econômica da região;
- Depois do governo americano ameaçar banir o TikTok, empresas começaram a tomar medidas mais duras contra o app;
- O banco Wells Fargo determinou que parte da equipe, quem usa telefone corporativo, apague o aplicativo;
- A Amazon também chegou a enviar um e-mail pedindo para colaboradores saírem da rede social, mas posteriormente disse que era engano;
- AGENDA: BC divulga pesquisa Focus às 9h.

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