Pride Bank, banco digital feito para a comunidade LGBTQI+, chega ao mercado hoje

O banco digital nasce para apoiar a comunidade LGBTQI+, criando um banco digital que “entende os seus desafios e necessidades”

Do CNN Brasil Business, em São Paulo
17 de agosto de 2020 às 15:39
Bandeiras do movimento LGBTQI+: Pride Bank chega para atender comunidade que já tem mais de 20 milhões de brasileiros 
Foto: Unsplash/Daniel James

Chega ao mercado nesta segunda-feira (17) o primeiro banco digital focado no público LGBTQI+ – sigla para lésbicas, gays, bissexuais, transgênero, queer ou intersexuais. Mais de 20 milhões de brasileiros que integram a comunidade poderão abrir contas digitais no Pride Bank. 

Depois de nove meses de testes com clientes convidados na fase beta, o banco agora aceita abertura de contas de pessoas físicas e jurídicas do público geral. 

O Pride Bank nasce para apoiar a comunidade LGBTQI+, criando um banco digital que “entende os seus desafios e necessidades”.

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Na cesta de serviços da fintech estão uma conta digital, transferências, pagamentos, cartão de crédito internacional, recargas e, para empresas, maquininhas de cartão.

O cartão de crédito é pré-pago e foi pensado para permitir que mesmo quem esteja com restrição no CPF consiga acesso ao cartão, que opera sob a bandeira Mastercard. 

Uma das grandes vantagens para os Priders, como são chamados os clientes do banco, é a possibilidade de ter o nome social registrado no cartão, o que evita constrangimentos em muitos casos.

Para pessoas físicas, o preço dos pacotes variam entre R$ 9,99 e R$ 39,99. Já para as empresas, os serviços custam entre R$ 29,99 e R$ 149,99. 

Um dos destaques da operação do novo banco é o destino de 5% dos lucros a causas ligadas à comunidade LGBTQI+.

Entre as causas sociais que o Pride Bank já apoia estão projetos que oferecem moradias para LGBTQI+ em situação vulnerável, ações com idosos da comunidade, doações para investimentos em direitos das mulheres e um coletivo que organiza paradas LGBTQI+ em regiões periféricas. 

Em parceria com a empresa de tecnologia Welight, o banco já nasce com o Instituto Pride. A ideia é que os clientes vejam em tempo real e de maneira transparente como a sua contribuição está ajudando outras pessoas. 

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