QuintoAndar expande operação para o Nordeste e começa por Recife e Salvador

Em fevereiro, quando a plataforma dispuser de um catálogo considerável de produtos, será liberado o acesso para usuários

Manuela Tecchio, do CNN Brasil Business, em São Paulo
18 de janeiro de 2021 às 10:38 | Atualizado 18 de janeiro de 2021 às 11:49
QuintoAndar oferece aluguel de imóveis sem burocracia
Foto: Reprodução/Facebook 

A partir desta segunda-feira (18), quem procura um imóvel para comprar ou alugar no Recife (PE) ou em Salvador (BA) vai poder contar com os serviços do QuintoAndar. As capitais são as primeiras do Nordeste a receberem a plataforma, que em breve deve expandir a operação para outros endereços da região.

O início do serviço nas duas cidades deve acontecer em fases, a começar, nesta semana, pelo cadastro de imóveis disponíveis. Somente em fevereiro, quando a plataforma dispuser de um catálogo considerável de produtos, será liberado o acesso para usuários em busca de oportunidades de compra e aluguel.  

“Escolhemos retomar nossa expansão pelo Nordeste, pois acreditamos que nosso modelo e as inovações e benefícios que ele oferece não apenas vão melhorar a experiência de inquilinos e proprietários com aluguel, mas também contribuir para a evolução do mercado de moradia da região”, diz Thiago Tourinho, COO do QuintoAndar.

Atualmente, a startup imobiliária opera em mais de 30 cidades, incluindo as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Goiânia e Porto Alegre. O site foi um dos primeiros a utilizar ferramentas tecnológicas para sugerir preços de aluguel e venda com base em contratos fechados. 

Por meio do serviço, toda a documentação, até a assinatura do contrato entre inquilino e proprietário, pode ser encaminhada online. Em dezembro do ano passado, o QuintoAndar anunciou que abandonaria o IGP-M como indicador de referência para reajuste de preços do aluguel, passando a adotar o IPCA — índice considerado a oficial de inflação do país. 

Caso mantivesse o IGP-M como referência, assim como outras imobiliárias, o valor dos aluguéis dos usuários seria reajustado em mais de 23%, conforme valores dessazonalizados para 2020.