Uso do Pix já supera DOC, TED e boletos, diz Banco Central

Até o fim de março, o Pix já registrava 206,6 milhões de chaves. Nesse período, mais de 1 bilhão de transações já haviam movimentado R$ 787,2 bilhões

Anna Russi, da CNN, em Brasília
20 de maio de 2021 às 16:10 | Atualizado 21 de maio de 2021 às 00:45

 

Com forte adesão desde que foi lançado -- em novembro --, o uso do Pix, meio de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central brasileiro, já supera as modalidades mais tradicionais, como DOC, TED e boleto bancário. 

Até o fim de março, o Pix já registrava 206,6 milhões de chaves. Nesse período, mais de 1 bilhão de transações já haviam movimentado R$ 787,2 bilhões.

As informações são do documento "Pix: o novo meio de pagamento brasileiro", divulgado pelo Banco Central nesta quinta-feira (20). 

"O elevado uso do Pix fica ainda mais evidente quando a sua taxa de adoção, definida como a quantidade de transações por habitante do país, é comparada com a de arranjos de pagamentos instantâneos em outros países", destaca o BC. 

Segundo a autoridade monetária, com menos de um ano de funcionamento, o Pix é o segundo meio de pagamentos instantâneos com adoção mais rápida.

"Tendo em vista a taxa de crescimento mensal do uso do Pix, espera-se que a taxa de adoção do Pix seja a maior já identificada, quando os dados completos do primeiro ano após a implementação estiverem disponíveis", completa.

Você sabe o que é Pix e como funciona?