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    Auxílio Brasil x Bolsa Família: as diferenças entre os dois programas

    O governo promete atender até 17 milhões de famílias brasileiras ao final de 2021

    Artur Nicocelida CNN

    São Paulo

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    O governo federal publicou, na segunda-feira (8), o decreto que regulamenta o Auxílio Brasil, programa que começa a ser pago na próxima quarta-feira (17), e pretende substituir o já extinto Bolsa Família.

    Na base, o novo programa pretende atender o mesmo público do anterior: a população brasileira em extrema pobreza e pobreza. Porém, os valores de corte dos grupos foram atualizados.

    Enquanto o primeiro sobe de R$ 89 para R$ 100; o segundo, de R$ 178 para R$ 200.

    Mas essa não foi a única métrica alterada no novo programa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em comparação ao do ex-presidente Lula (PT), que completaria 19 anos, em 2022.

    O ticket médio do benefício também subiu de R$ 190 para R$ 217,18 – mas o governo planeja que chegue a R$ 400.

    O governo federal pretende se apoiar na PEC dos Precatórios, que está sendo votada nesta terça-feira (9) pela Câmara dos Deputados em segundo turno. A proposta flexibiliza o teto de gastos, o que ajudaria a aumentar o valor do Auxílio Brasil.

    Caso aprovado pela Câmara, o texto ainda precisa passar pelo Senado.

    E, até dezembro, o Auxílio deve ser ampliado para 17 milhões de famílias, ou cerca de 50 milhões de brasileiros.

    Segundo o Ministério da Cidadania, em novembro serão beneficiadas cerca de 14,6 milhões de famílias – mesma quantidade do Bolsa Família.

    Veja abaixo os benefícios do ‘núcleo básico’ do Auxílio Brasil:

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