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    Cerca de 40% dos pequenos negócios realizaram investimentos em 2021

    De acordo com Sondagem Trimestral, realizada pelo Sebrae em parceria com a FGV, a Indústria foi o setor que mais investiu

    Sondagem: Setor industrial foi o que mais investiu em 2021
    Sondagem: Setor industrial foi o que mais investiu em 2021 José Paulo Lacerda/Agência CNI

    Adriana Freitasda CNN

    no Rio de Janeiro

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    Quatro em cada dez micro e pequenas empresas realizaram investimentos durante 2021, de acordo com a Sondagem Temática Trimestral, realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Entre os pequenos negócios, os que mais investiram na empresa foram os da Indústria, com 47% das empresas; seguidos pelos de Serviços (39%) e Comércio (35,2%).

    “Apesar de a maioria dos pequenos negócios não ter conseguido fazer investimentos na empresa, vemos que os empreendedores têm procurado inovar e melhorar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos, apesar das adversidades encontradas neste ano”, afirma o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

    De acordo com Sebrae, em 2021, os pequenos negócios foram responsáveis por 70% das novas vagas de trabalho criadas e por 30% do PIB brasileiro.

    Entre o universo das empresas que estão encontrando dificuldade para investir no próprio negócio (que representa 41% dos entrevistados), os três principais motivos alegados foram as incertezas sobre a manutenção do nível de demanda (44,6%), a limitação de recursos da empresa (42,1%) e o custo do financiamento (29%).

    A Indústria é o único setor que apresentou uma melhora na perspectiva de contratação para o próximo trimestre. Segundo a Sondagem, 16,4% dos empreendedores desse setor pretendem aumentar seus quadros de pessoal, contra 15% que tinham a mesma intenção em outubro, e outros 68,9% vão manter o mesmo quantitativo de pessoal.

    Apesar de o setor de serviços ser o que mais pretende contratar, com 18,2%, a intenção de aumento de pessoal caiu em relação a outubro, quando 21,8% dos donos de pequenos negócios tinham essa intenção, e outros 76% pretendem manter seus contratados, fazendo com que apenas 5,8% pensem na possibilidade de demissões. Já entre os empreendedores do comércio, 10% pretendem contratar; 81,3% querem manter seus quadros e outros 8,7% pensam em demissão.

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