EUA: pedidos de auxílio-desemprego caem na última semana para 293 mil

Esse foi o patamar mais baixo desde meados de março de 2020

Placa anunciando vagas de emprego é vista enquanto as pessoas entram em loja na cidade de Nova York
Placa anunciando vagas de emprego é vista enquanto as pessoas entram em loja na cidade de Nova York , Nova York, EUA, 6 de agosto de 2021. REUTERS/Eduardo Munoz

Lucia Mutikanida Reuters

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O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu para perto de uma mínima de 19 meses na semana passada, mais uma evidência de que a escassez de trabalhadores estava por trás do crescimento mais lento do emprego, e não o enfraquecimento da demanda por mão de obra.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 36 mil, para 293 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 9 de outubro. Esse foi o patamar mais baixo desde meados de março de 2020. Economistas consultados pela Reuters projetavam 316 mil pedidos para a última semana.

Em outro relatório divulgado nesta quinta-feira, o Departamento do Trabalho informou que seu índice de preços ao produtor para a demanda final aumentou 0,5% em setembro, após avançar 0,7% em agosto.

Nos 12 meses até setembro, o índice acelerou a 8,6%, maior avanço ante o ano anterior desde novembro de 2010, quando a série foi reformulada, e após alta de 8,3% em agosto.

Economistas consultados pela Reuters previam que o índice subiria 0,6% na comparação mensal e 8,7% na base anual.

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